CURSO DE FIBRA ÓPTICA COM PRÁTICA EM MÁQUINA DE FUSÃO

CURSO DE FIBRA ÓPTICA COM PRÁTICA EM MÁQUINA DE FUSÃO

As redes ópticas não estão mais apenas nos sistemas de telecomunicações tradicionais para a transmissão de dados, voz e imagem, agora estão sendo utilizadas também na medicina, na indústria, nas redes de computadores de empresas, escritórios e até mesmo em residências.

No curso são abordadas as normas do cabeamento estruturado, os conceitos das redes ópticas, conectorizações ópticas e metálicas, emenda mecânica para cabeamento óptico, D.I.O., instalação de painéis de conexão ou patch panels.

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Tópicos

Capítulo 1
O que é uma rede?
Redes locais
A expansão das redes
O Avanço das Redes
LAN (Local Area Network)
MAN (Metropolitan Area Network)
WAN (Wide Area Network)
Por que utilizar uma rede?
Impressoras e outros periféricos
Dados
Aplicativos
Capítulo 2
Visão geral das redes
Redes ponto a ponto
Tamanho
Custo
Sistemas operacionais ponto a ponto
Implementação
Onde a rede ponto a ponto é adequada
Considerações sobre redes ponto a ponto
Administração
Compartilhando recursos
Requisitos do servidor
Segurança
Treinamento
Redes baseadas em servidor
Servidores especializados
A função do software
Vantagens da rede baseada em servidor
Compartilhando recursos
Segurança
Backup
Redundância
Número de usuários
Projetando o layout da rede
Topologias padrão
Barramento
Comunicação no barramento
Envio do sinal
Repercussão do sinal
O terminador
Interrompendo a comunicação de rede
Estrela
Anel
Passagem de símbolos
Capítulo 3
O papel da placa adaptadora de rede
Preparando os dados
Endereço de rede
Enviando e controlando dados
Endereço base de memória
Selecionando o transceptor
Compatibilidade da placa adaptadora de rede
Capítulo 4
Comunicações de rede
O modelo OSI
Uma arquitetura em camadas
Relacionamento entre as camadas do modelo OS1
Camada de aplicativo
Camada de apresentação
Camada de sessão
Camada de transporte
Camada de rede
Camada de vínculo de dados
Camada física
O modelo do projeto 802
Categorias 802 do IEEE
Melhorias sobre o modelo OSI
Sub-camada de controle de vínculo lógico
Sub-camada de controle de acesso a mídia
A função dos métodos de acesso
Controle de tráfego no cabo
Principais métodos de acesso
Acesso múltiplo de percepção de portadora com detecção de colisão
Método de disputa
Considerações sobre CSMA/CD
Acesso múltiplo de percepção de portadora com impedimento de colisão
Passagem de símbolo
Prioridade de demanda
Disputa de prioridade de demanda
Considerações sobre a prioridade de demanda
Ethernet (10 Mbps)
Fast-Ethernet (100BaseT)
Gigabit Ethernet (1.000 Mbps)
10 Gigabit Ethernet
Capítulo 5
Equipamentos para Redes
Repetidores
Hubs
Switches
Roteadores (Routers)
Capítulo 6
Acessórios para Redes
Transceivers e os Conversores de Mídia Ethernet
Transceiver 10BaseT
Transceivers 10BaseFL
Conversores de Mídia
Baluns e Adaptadores
Capítulo 7
Configurações de Redes
Configurações com Hubs e Switches
Configurações com Roteadores
Capítulo 8
Meios de Comunicação e Sinalização
Tipos de Meios de Comunicação
Cabo Coaxial
Cabo de Par Trançado Blindado
Cabo de Par Trançado Não Blindado
As Categorias (Cabos UTP)
Categoria 3
Categoria 4
Categoria 5
Categoria 5e
Categoria 6
Categoria 6e
Categoria 7
Principais parâmetros de testes para cabos UTP de 4 pares
Conectorização de Cabos UTP
Alicate de Crimp para RJ-45
Decapador de cabos UTP de 4 pares
Ferramenta de impacto Punch Down
Ferramenta de impacto Punch Down 5 pares
Ferramenta Spudger
Deve-se tomar os seguintes cuidados:
Instalação de Conectores Modulares de 8 Vias
Conectorização em Tomadas Modulares de 8 Vias
Instalação de Painéis de Conexão ou Patch Panels
Instalação
Blocos de Conexão ou Blocos IDC 110
Instalação
Técnicas e cuidados para o lançamento de cabos UTP
Capítulo 9
Fibra Óptica
Vantagens da fibra óptica
Desvantagens da fibra óptica
Princípio de Funcionamento das Fibras Ópticas
Sistemas de Comunicação por Fibras Ópticas
Classificação das Fibras Ópticas
Fibras Multimodo (62,5µm núcleo e 125µm casca)
Fibras Multimodo 50µm núcleo e 125µm casca
Fibras Monomodo
Métodos de fabricação de Fibras
Fabricação da preforma (conjunto núcleo + casca)
Fabricação de fibras de sílica pura
MCVD (Modificated Chemical Vapour Deposition)
PVCD (Plasma Chemical Vapour Deposition)
OVD (Outside Vapour Deposition)
VAD (Vapour Axial Deposition)
Puxamento
Fibras de plástico
Tecnologias de Construção para Cabos Ópticos
Cabos Tipo Loose
Cabos Tipo Tight
Cabos Tipo Groove
Cabos Tipo Ribbon
Cabeamento Óptico para LANs
Cabo Fis-Optic-DG (Direct Ground)
Cabo Fis-Optic-AS (Auto-Sustentado)
Cabo Optic-Lan
Cabo Fiber-Lan lndoor/ Outdoor
Cabo Fis - Optic-AR (Anti-Roedor)
Capítulo 10
Fontes de Luz, Modulação e Multiplexação Óptica
Fontes Ópticas
Os LEDs (Light Emitting Diode)
Os ILDs (Injection Laser Diode)
Fotodetectores
Os LASERS do tipo VCSEL.
Comprimentos de onda
Modulação e Multiplexação
Modulação
Multiplexação
FDM (Frequency Division Multiplexing)
TDM (Time Division Multiplexing)
WDM (Wavelength Division Multiplexing)
Atenuação e Dispersão em Fibras Ópticas
Atenuação da Fibra Óptica
Extrínsicos
Intrínsicos
Dispersão
Recomendações da Norma TIA/EIA-568-B.3
Cabos Ópticos
Terminações Ópticas
Características
Aplicação das Terminações
Tipos de Conectores
Emendas Ópticas
Processo de Emenda
Limpeza
Decapagem
Clivagem
Emenda por Fusão
Emenda Óptica Mecânica
Emenda Óptica por Conectorização
Teste e certificação de rede óptica
Teste de Atenuação em Comprimentos de Ondas
Cabos Ópticos
Emenda Ópticas
Conectores Ópticos
Testes Analíticos
Identificação das Fibras Ópticas
Conectorização Fibra Óptica
Kit de Ferramentas
Preparação do Cabo
Aplicação da Resina
Preparação para Polimento
Polimento
Inspeção Visual
Resumo da montagem do conector SC
Instalação de Cabos Ópticos - Procedimentos
Cuidados com cabos ópticos