CURSO DE FIBRA ÓPTICA COM PRÁTICA EM MÁQUINA DE FUSÃO

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Estrutura da Unidade Óptica


A leitura de informações microscópicas a uma grande velocidade só foi possível devido a aplicação de tecnologias extremamente avançadas da óptica, da eletrônica e da mecânica de precisão, criando um componente altamente preciso e eficiente, porém, muito sensível a qualquer anormalidade ocasionada por agentes externos. A figura a seguir mostra o diagrama de uma UNIDADE ÓPTICA e suas principais partes:

Unidade Óptica

PD


Composto por 06 (Seis) fotodiodos detectores que são usados basicamente para leitura de dados gravados nos disco e correção de foco e outros fotodiodos são utilizados para a correção de track.

Lente Côncava


É a lente convergente com a função de concentrar os feixes refletidos do disco sobre o PD.

Diodo Laser


É o dispositivo semicondutor com a propriedade de emitir um feixe de luz monocromático de forma concentrada laser.

Prisma


O prisma é um espelho dicróico, que atua como espelho para a luz proveniente do canhão laser, e como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco, permitindo, assim, que a luz emitida pelo laser possa chegar aos diodos detectores, onde será transformada em sinal elétrico.

Grade


É através dela que um único feixe emitido pelo diodo é dividido em três: um feixe principal mais dois sub-feixes.

Lente Colimadora


Esta lente serve para manter os dois sub-feixes paralelos ao feixe principal.

Bobinas de Track


Ao girar, o disco se movimenta também horizontalmente. Como a luz laser deve estar caminhando exatamente sobre trilhas, é necessário que a lente se movimente horizontalmente, para permitir que o feixe se mantenha trilhado (em cima da trilha). Para que isto seja possível, a lente fica presa em um par de bobinas, denominado “BOBINAS DE TRACHING”, que são capazes de movimentá-las para os lados, permitindo, assim, a correção dos erros de tracking. Quando o laser está “fora da trilha”, a leitura se torna impossível, gerando o que se chama de erro de leitura “Error”.

Bobinas de Foco


Ao girar, o disco se movimenta verticalmente. Como o feixe de luz laser deve estar sempre tocando o disco com uma ponta muito fina, ou seja, em “FOCO”, é necessário que a lente se movimente para cima e para baixo, para que possa acompanhar os movimentos do disco, e assim manter o foco. Para que isso seja possível, a lente fica presa em par de bobinas, denominadas “BOBINAS DE FOCO”, que são capazes de movimentá-las para cima e para baixo, permitindo, assim, a correção dos erros de foco. Quando o laser está “em foco”, um feixe finíssimo toca o disco, ocupando apenas uma trilha do mesmo. Quando a lente está muito próxima, ou então muito distante do disco, o ponto de foco se dá fora de superfície do disco. Quando o laser está “fora do foco”, o feixe “engrossa”, fazendo a leitura de várias trilhas ao mesmo tempo, impossibilitando a identificação do sinal lido.

Lente Difratora


Esta lente tem a função de corrigir o desvio do feixe, que é provocado quando este atravessa o prisma.

Objetiva


É uma lente móvel tanto horizontalmente como verticalmente propiciando assim, a correção de FOCO e TRACK a partir das respectivas bobinas do CIRCUITO DE CORREÇÃO.